Melhorias físicas constatadas por diversos estudos científicos
Tal como já foi indicado em outras seções deste site, os benefícios da Vibração Integral do Corpo para a saúde humana são bem conhecidos desde os anos 60 do século passado. No entanto, a divulgação do estudo científico dos benefícios e das aplicações práticas deste tipo de exercício só teve início no começo dos anos noventa, conhecendo um aumento muito sgnificativo na última década. Evidentemente, a progressão da concepção experimental que seguiu os estudos científicos publicados por Universidades, Institutos de Fisiologia e Centros de Medicina do esporte de todo o mundo (Estados Unidos, Itália, Bélgica, Alemanha, Japão, Holanda, Irão, Áustria, etc.) foi a mais lógica: numa primeira fase, aplicou-se a Vibração Integral do Corpo a animais de laboratório e, numa segunda fase, ao ser humano. Todos os estudos realizados até ao momento sobre a Vibração Integral do Corpo revelam claramente que uma utilização adequada das plataformas vibratórias não produz qualquer dano na saúde dos utilizadores. A maior parte dos autores desses estudos obteve resultados que indicam que a aplicação da terapia vibratória é muito positiva para a saúde humana. No entanto, é importante referir que apesar dos efeitos positivos da Vibração Integral do Corpo estarem, em termos gerais, bem demonstrados cientificamente, ainda falta descrever e aprofundar muitos aspectos, nomeadamente os mecanismos celulares e tissulares que explicam as melhorias físicas constatadas nos estudos.

Não querendo ser exaustivos, nesta seção apresentamos os estudos científicos publicados mais significativos dos efeitos da Vibração Integral do Corpo (e, consequentemente, de TurboSonic®) relativamente a cada uma das infecções e sistemas do nosso organismo.
 
Densidade óssea e osteoporose
As aproximações realizadas tradicionalmente para combater a osteoporose basearam-se na melhoria da resposta dos osteoclastos (células encarregues da degradação e reabsorção do osso) e dos osteoblastos (células encarregues da regeneração e da criação de tecido ósseo novo) a factores como a hormona paratiroideia (doravante PTH), o cálcio e o estrógeno, o que quer dizer que se tenta paliar a perda da densidade óssea adoptando contramedidas farmacológicas. Neste sentido, está bem estabelecida a relação entre a diminuição dos níveis de estrógeno nas mulheres devido à menopausa (ou à extirpação cirúrgica dos ovários nalguns casos) e o aumento da incidência da osteoporose, assim como a relação que existe entre a secreção de PTH in vivo e a estimulação dos osteoblastos.
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Tecido muscular

Em resultado da corrida espacial verificada durante a guerra fria, ficou demonstrado que o músculo esquelético enfraquece com a ausência de gravidade, um efeito largamente observado durante os voos espaciais. Este facto é facilmente explicável se tivermos em conta que a força da gravidade é a principal fonte de estímulos mecânicos, responsáveis pelo desenvolvimento das estruturas musculares do nosso organismo. Portanto, uma das medidas adoptadas com sucesso para paliar a atrofia muscular, a perda de força e energia muscular e reverter as modificações das fibras que provoca a falta de força gravitacional no organismo foi a Vibração Integral do Corpo.

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Geriatria
Está bem estabelecido que muitas da fracturas sofridas pelas pessoas de idade avançada ocorrem devido a quedas. Apesar do exercício físico poder prevenir as quedas (uma vez que ajuda a manter a força muscular e, portanto, também o equilíbrio), há muitas pessoas idosas que não podem efectuar exercício regularmente devido às limitações físicas de que padecem. Além disso, no caso dos pacientes sofrerem de enfraquecimento ósseo, o risco de fractura aumenta bastante.
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Reabilitação
Uma outra aplicação da terapia vibratória que foi estudada com alguma profundidade no campo da medicina do desporto foi a dos processos de reabilitação, nomeadamente nos atletas com lesões no joelho. Tal como no caso das terapias geriátricas ou de estimulação do tecido muscular esquelético, parece que o estímulo neuromuscular inicial provocado pela Vibração Integral do Corpo é o responsável pelos resultados positivos obtidos nos estudos realizados, apesar de se desconhecerem completamente os processos celulares concretos.
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Tratamento da apoplexia, esclerose múltipla e doença de Parkinson
Em estreita relação com o efeito produzido pela terapia de vibração integral do corpo sobre o tecido muscular esquelético, também se estudaram recentemente as suas aplicações no tratamento paliativo em afecções médicas dos músculos, como a apoplexia, a esclerose múltipla e a doença de Parkinson. Até ao momento, os resultados têm sido positivos em todos os casos, indicando que a Vibração Integral do Corpo pode ter aplicações em muitos campos relacionados com a saúde e que têm sido muito pouco estudados.
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Sistema endócrino (hormônios)
Até ao momento, foram poucos os estudos que analisaram a relação entre a Vibração Integral do Corpo e a segregação de algumas hormonas como a testosterona, o cortisol, a adrenalina, a noradrenalina ou a hormona do crescimento. No entanto, parece haver uma relação estreita entre o estímulo vibratório do organismo e o aumento da segregação de algumas hormonas, como a testosterona, a hormona do crescimento, a adrenalina e a noradrenalina, e a redução dos níveis de outras hormonas no sangue, como o cortisol. Está cada vez mais estabelecido que a Vibração Integral do Corpo estimula o tecido muscular esquelético e o tecido ósseo, mas os resultados sobre a segregação de hormonas indicariam que o estímulo vibratório do corpo também estimula o sistema endócrino. Do mesmo modo, há muito tempo que se sabe que o exercício físico produz respostas hormonais que são facilmente detectáveis no sangue, com o incremento de determinadas hormonas e a redução na concentração plasmática de outras hormonas. Portanto, parece que é razoável pensar que a Vibração Integral do Corpo poderia ter um efeito sobre o sistema endócrino humano semelhante àquele que é produzido pelo exercício físico.
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Sistema circulatório
Tal como acontece com o sistema endócrino, existem poucos estudos realizados até ao momento acerca do efeito da Vibração Integral do Corpo sobre o sistema circulatório. No entanto, os poucos estudos que foram levados a cabo, mesmo sem conhecer o mecanismo exacto, revelam claramente que o exercício vibratório favorece a circulação sanguínea periférica. Os estudos efectuados até ao momento analisaram o sistema circulatório periférico tanto das extremidades inferiores (onde a incidência da vibração é maior) como das extremidades superiores, e constataram um aumento do fluxo sanguíneo produzido pelo exercício vibratório.
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